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sábado, 17 de outubro de 2009

Deu zebra novamente!

Continuando no propósito de dar vazão à vasta produção Carolinística, eu fiz um prato infantil com um daqueles desenhos que ela fez do Zoo. Lembram? A girafa escondendo-se atrás da zebra?
Acrescentei uma "barra" zebrada para fechar ou emoldurar a cena e... já está!
Ainda tem que ir ao forno. E depois vou fazer o caneco para formar o jogo. Quando tiver tudo pronto eu posto aqui.
Aproveito para anunciar a criação da 3Pês, ou PPP, ou P3, sei lá... Como andamos trabalhando em conjunto, a Carocha e eu, pensei em lançar a grande marca de sucesso "Paiva's Porcelain Painting". O que vocês acham disso? E de qual destas gostam mais? 3Pês, ou PPP, ou P3? Acham que vai resultar? Uma moeda pela vossa participação! Será que eu acabo presa por exploração de trabalho infantil? Ó, dúvida cruel! Declaro aberta a temporada de caça aos melhores palpites.

domingo, 11 de outubro de 2009

Multifunção

Às vezes, o mundo de uma criança é cercado de fantasias malucas. Faz parte da maneira como elas aprendem a se apropriar das coisas da vida. Qualquer cantinho pode parecer o galeão de um maldoso pirata que nos fará andar na prancha...
O aquário municipal pode ser a prisão da Dóri...
O Nemo pode ter se casado e tido um monte de filhos...
Mas essa de ver os filmes do Mr. Bean na TV enquanto almoça e desenha o personagem ao mesmo tempo... pra mim é demais! E ela fez até o ursinho na mão dele! Esse negócio de ter filhos multifunção, tá me deixando quase esquizofrênica! Então eu tenho que ser uma mãe multilimites?!!! Tem certeza?! Eu?! Euzinha?!!!...

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Novos desenhos

Esse é o primeiro de uma série de novos desenhos
que a Carolina está fazendo "para a nossa amiga no Brasil", a Elaine.Hello Kitty com a Miffy e família (acho que avós).
O Jardim Zoológico. Ela me pediu para escrever "Zoológico" na árvore. Depois foi fazendo um monte de bichos e recortando. Colocou-os todos juntos no quarto, reunidos em volta da árvore. Adoro esse jacaré no canto inferior direito com a boca sangrenta. Logo acima, um pássaro barrigudo, uma tartaruga... mas fala sério: no alto, à esquerda... já viu uma cobra como essa?!
Agora... imbatível mesmo é essa girafa se escondendo atrás da zebra!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

As orelhas da Minnie

Já que ela andava desenhando Minnies tão interessantes,

tão cheias de movimento (adoro esses dois caindo pela escada abaixo!), resolvi que já estava na hora dela ter as suas próprias orelhas!
Hummm! Adivinha se ela gostou?


domingo, 13 de setembro de 2009

Desenhos contra a chuva

Andava eu com dois problemas para resolver:
  1. O que fazer com tantos desenhos da Carolina que, como vocês sabem, tem uma vasta produção;
  2. Comprar-lhe um guardachuva para levá-la à escola porque, como vocês também devem saber, partilhar o mesmo guardachuva com a filha pequena é como comer tatu: dá dor nas costas!

Como sempre ocorre nestas horas, resolvi por mãos a obra e matar os dois coelhos com uma só cajadada.


Juntei alguns desenhos dela de que gostava, e comprei um guardachuva branco.

Alfinetei os desenhos na parte interna do guardachuva e depois copiei os contornos com guta preta.

Fiz o mesmo em cada uma das partes, até o guardachuva ficar repleto de desenhos.

Ficou mais ou menos assim...


Aí fui pintando os desenhos e preenchendo os fundos para dar alguma unidade àquilo tudo. A danadinha não saiu do meu lado, sempre dizendo: "a roupa do Mickey é azul com uma bola amarela, a do Bafo de onça tem a bola castanha ..."
Nossa! Como ela fala! Acho que estou com calo nos ouvidos!


Aí o guardachuva foi ficando com uma nova cara.

Depois de tudo, passei pelo avesso com o ferro de engomar. (Não, claro que o guardachuva não era de nylon! Era de um tecido impermeável, uma mistura de algodão com poliester...)

Depois de pronto, ainda apliquei-lhe uma camada daquele spray impermeabilizante que se usa nos sapatos, só por garantia.
Pronto! Dei uma aplicação aos desenhos da Carolina, e resolvi a questão da compra do guardachuva. Ela agora tem uma proteção para os dias chuvosos bem personalizada, e já está doida para mostrar os desenhos e contar suas histórias para os coleguinhas e a nova professora.
Hummm... acho que vou roubá-lo de vez em quando... O que você acha? Vou ficar com uma cara ridícula de mãe babada?

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O risco do bordado

Reza a lenda que, se você quer que sua filha seja uma uma grande bordadeira, deve desenhar na sua mão desde pequenina uma aranha em sua teia. É uma história bem bonita que tem origem no mito de Aracne. Um dia eu conto aqui.

Lenda ou não, prefiro não arriscar. Há tempos que, volta e meia, desenho-lhe uma teia de aranha e sua dona. Depois ela escolhe se quer ser uma bordadeira ou não. Mas a minha parte eu faço. E ela acha divertido andar com esses desenhos na pele.

Esta semana, repentinamente, me pediu para ensinar-lhe a bordar. Peguei uma telinha de plástico a fazer de pano, uma agulha grande e sem ponta, daquelas para tapeçaria, e lã bem colorida.

A primeira 'lição' foi um ponto tipo alinhavo. O mais simples.

Ela adorou! Está trabalhando nele há dois dias... Já lhe ensinei a desfazer o erro, voltar pelo mesmo lugar, não ter preguiça de consertar o que ficou errado. E a próxima lição já está preparada: cortei-lhe um coração em feltro para usar o mesmo ponto (que eu desenhei). Será com linha grossa para bordado, colorida. E um novo desafio: usar a agulha com ponta. Depois eu dou-lhe um copo d'água, para ver se vai vazar muito, se furou o dedo em muitos lugares. hahahahahh A vida é cheia de riscos!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Progressos na escrita

Na semana passada, chegou com um sorriso vitorioso nos lábios e disse orgulhosa:
_ Já sei escrever o meu nome.
Os olhos brilhavam.
_ Mostra.
Levei um susto! Ela escreveu como se estivesse num espelho! Parabenizei-a pelo seu esforço, pois lá estava realmente o seu nome escrito, mas havia um detalhe que estava diferente. Aí eu lhe mostrei que o nome estava escrito invertido (coloquei a seta em cima para mostrar a direção). Disse-lhe que por uma combinação que as pessoas fizeram, devemos sempre escrever de cima para baixo, e da esquerda para a direita. Escrevi eu o seu nome e coloquei a seta por cima (já que ela anda na fase das setas) para mostrar a direção correta.
Então ela falou assim, meio que magoada:
_ Eu posso escrever como quero...
_ Mas se todo mundo escrever do jeito que quer, quem for ler não vai saber nunca de que lado deve começar e aí pode entender tudo ao contrário. Em vez de Carolina, iam pensar que você se chama Anilorac.
Pensou um bocado, pegou a caneta e disse que também sabia escrever daquele meu jeito. E sem olhar em lugar algum, desenhou o nome novamente:
Que alívio!... Como mãe sofre por tão pouco! Ter uma Carochinha em casa, é ir do inferno ao céu em frações de minutos!
Mas não é uma lindinha?! Aos 5 já sabe escrever o seu nome decor. Enchi-lhe de beijinhos! Grandes progressos...

domingo, 30 de agosto de 2009

A fila do escorrega

O Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, é um monumento erigido em homenagem aos grandes navegadores e ao período das viagens de descobrimento, que resultaram na chamada expansão marítima, que daria a conhecer novas terras e novos caminhos pelo globo. Lá estão representados o infante D. Henrique, Pedro Álvares Cabral, Vasco da Gama e Fernão de Magalhães, dentre outros, além do poeta Camões.

Passávamos de carro bem próximo ao Padrão dos Descobrimentos, quando a Carolina, aos 2 anos de idade, gritou do banco de trás: "Hei! Eu também quero entrar na fila do escorrega!"
Tá bem, tá bem... eu admito: só mesmo uma portuguesinha de 2 anos de idade se prontificaria a ficar horas (na verdade dias, meses a fio... quem sabe anos? Séculos??!!!!) atrás de uma fila de estátuas para escorregar no que pressupôs ser um brinquedo divertido. "Agora é a sua vez, seu Cabral!"

sábado, 29 de agosto de 2009

Na porta da escola

_ Então? O que aprendeste hoje na aula?
_ Ué... uma música.
_ Outra música? Mas isso não foi ontem?
_ Sim, mas hoje eu aprendi uma nova música. Sabes? Isso aqui não é uma escola séria. É só uma escola de música!

Não bastasse ser eu uma musicóloga, ainda ter de ouvir isso de uma pirralha de 5 anos?!!! Um dia eu explico para ela a profissão da mamãe... (com um brilho de fel nos olhos) E hei de desencavar essa certeza simples com que me apunhalou o peito. Sim, porque as mães também sabem ser vingativas! (Limpando o veneno do canto esquerdo da boca)...

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Senhóri, senhôri, põe a mão no chão

Andava aquela menina louca para aprender a pular corda. Acionei minha amiga Dulce, que é a única pessoa que eu tinha certeza que ainda saberia aquelas lengalengas todas para se dizer enquanto salta a corda. Ela me deu as dicas que eu precisava. Mas...

A corda que eu havia comprado tinha dois problemas graves: era muito leve e muito comprida para o tamanho dela e se enroscava toda na hora do exercício. Então, não tive dúvidas: mãos à obra! Nada como a velha e boa corda de sisal.

O problema do sisal, é que ainda tenho vivas na lembrança as bolhas que me faziam na mão depois de um dia de muita peleja. Precisava colocar algo mais macio para não ver a Carolina desanimar logo de cara. Fiz então uns pegadores acolchoados.


Depois de colocar um pouco de manta acrílica em volta, revesti com um tecido de algodão com florzinhas que ela mesma escolheu.


Prendi tudo muito bem, passando a linha várias vezes pelo meio da corda, para não ter perigo de escapar. Só que faltava um acabamento qualquer...


Resolvi colocar aquele tipo de viés que tem um dos lados mais gordinho, dando o acabamento com cola quente, além da agulha e linha (claro, e dedal, porque eu não sou besta!).

Não é que deu certo?! A corda mais pesada é mais fácil de controlar. Ela saiu saltando de primeira. Agora, tenho mais um tempinho de descanso enquanto ela descobre as artes de pular corda recitando ladainhas. Criança dá uma trabalheira!!! Fiu!