segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Stein am Rhein
domingo, 22 de maio de 2011
Ave de agouro
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| A tal |
Repasso mentalmente meus métodos anticoncepcionais e resolvo urgentemente descarregar numa tigela todos os comprimidos ainda em estoque e fazer urgentemente um bolo simples, tipo pão de ló. Se o bolo crescer e ficar bom, só me resta a resignação: Terei sido mais uma vítima das pílulas de farinha. Acham que eu estou ficando doida?!!!
Quando eu era criança, ficava berrando para o céu: "Cegonha, joga um nenem pra mim?!!!" Vai que o bicho levou a sério?! Eu, heim?!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Arranjei um novo amor

A exuberância destas flores me deixa extasiada!
Não posso ver um pé de Magnólia que lá vou eu invadir jardins, escalar a cerca para secretamente fazer fotos desta que é a minha mais nova paixão.
Nessas horas tudo que eu queria era ter um grande jardim onde eu pudesse render cultos a esta deusa! (Nossa! Como a paixão nos torna ridículos e cheio de clichês baratos!)
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Adepta de um novo esporte
Pois... Assim, olhando de longe, parece tudo muito calmo, muito ermo até... Aí nesta base, deixamos o carro e subimos de trem. Os trens são especiais para levar montes de passageiros portando todo o tipo de tralhas esportivas. Lá no alto não se chega de outro modo. Nestas outras imagens, pode-se ter uma melhor ideia:
Abaixo, as imagens são de uma descida, já que todo mundo sobe de trem, mas desce por seus próprios meios. A graça é essa! Mas nós, marinheiros de primeira viagem, não nos importamos de sermos os únicos a descer no trem: afinal, estávamos experimentando, descobrindo, xeretando como é que se faz tudo isso. De cara, descobrimos que o nosso trenó não era dos mais indicados para aquela pista. Então, depois de brincar um bocado por ali e observar tudo, batemos em retirada para fazer um próximo ataque mais estratégico...
Pela janela do trem pudemos ver o quanto aquilo é divertido! Tem gente que vai sozinho, outros em dupla, e outros... até com toda a família num trenó que segue em caravana! E tinha até os que são "profissa", como se diz no Brasil! Vejam se os descobrem no vídeo:
Rapaz... EU PRECISO FAZER ISSO COMO SE DEVE! Adorei! E o pouco que experimentei, já me convenceu! Eu nasci para esse esporte! Me lembrou o dia em que meu irmão me ensinou a mergulhar com o snorkel no oceano transparente de Cabo Frio: parecia que um novo mundo se me revelava! Eu ficava imaginando como eu pudera viver até ali sem nem ao menos imaginar que todo aquele outro universo paralelo existia! Uau! Ainda bem que vivi para descobrir mais essa!
E vocês? Se arriscariam nesse esporte? Digam aí o que acharam.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
White Xmas
I'm dreaming of a white Christmas
Just like the ones I used to know
Where the treetops glisten,
and children listen
To hear sleigh bells in the snow
I'm dreaming of a white Christmas
With every Christmas card I write
May your days be merry and bright
And may all your Christmases be white
I'm dreaming of a white Christmas
With every Christmas card I write
May your days be merry and bright
And may all your Christmases be white
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Um gosto de sol
Alguém que vi de passagem
Numa cidade estrangeira
Lembrou os sonhos que eu tinha
E esqueci sobre a mesa
Como uma pera se esquece
Dormindo numa fruteira.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Varre, varre, varre, vassourinha...
É comum por aqui, em alguns prédios públicos, com grande afluência de pessoas (como uma escola, por exemplo), encontrarmos uma caixa na entrada como esta aí acima. A primeira vez que eu vi uma, foi logo naquele inverno gelado quando me mudei para estes lados dos Alpes. E claro que eu fui logo pensando: Nossa! Quantos anões moram nesta casa! Quer dizer, se fossem 7 destas vassourinhas, eu ia logo deduzir que estava na casa da Branca de Neve! Tsé, tsé, tsé, tsé... Então? Ninguém se candidata a encontrar uma resposta?!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Zürich
A noite de Zurique tem um apelo inegável.
Já me apaixonei por alguns lugares no mundo, mas esta cidade à noite adquire uma alma incrível! Liberta meus instintos noctívagos e meu coração dispara...
Eu sei... parece que eu coloquei a máquina em tons de sépia. Mas não foi nada disso: a iluminação noturna aqui tem aquela tonalidade amarelada, âmbar... e parece meio escura... Tudo isso somado ao frio, aos bares e restaurantes iluminados à luz de velas, e o cheio de castanhas assadas vindo não se sabe bem de onde, dão um clima muito especial à cidade.domingo, 7 de novembro de 2010
James Joyce
Outro dia, flanando por Zürich, deparei-me com a casa onde morou James Joyce. Por acaso, eu tinha lido 2 dias antes que ele escrevera aqui parte do seu Ulisses.
Taí a prova. Alguém consegue ler?!
















































