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segunda-feira, 22 de março de 2010

Bizarro

_ Eu já sei como eu vou querer meu cabelo agora.
_ É? E como é, filha?
_ Bizarro.
_ Ãhn ?! Como?!!
_ Bizarro, mãe. Sabe como é um cabelo bizarro?
_ Não faço nem ideia!
_ É um cabelo com duas cores misturadas. Isso é cabelo bizarro. Eu agora quero ter o meu cabelo loiro com uns cabelos cor de rosa no meio.

Quanto tempo será que leva para uma criança voltar ao normal?
E eu que tenho cabelo bizarro e não sabia? Castanho com muuuiiitttossssss fios brancos. Que bizarro!

sábado, 20 de março de 2010

Ar primaveril

Hoje a neve que insistia em cair aqui no blog foi-se embora. É que a Primavera já anda dando o ar de sua graça. Como é bom ver a cor aos poucos reaparecer!

sexta-feira, 19 de março de 2010

Fachada

Essa vai para o Dimas: quando passei pela Universidade de Zürich, não resisti e fiz a foto desta fachada. Pensei a princípio se tratar de esgrafito da maior qualidade. Ruim mesmo era a fotógrafa e o equipamento: a câmara do telefone, que não dava para mais. Mas ainda hei de lá voltar e fazer outras, com uma máquina fotográfica que valha a pena, para que todos vocês possam se deliciar.

sábado, 13 de março de 2010

Tirinha

As tirinhas do Glauco me fizeram ler o jornal de trás para frente durante anos! Tá passando da hora da gente começar a encarar as notícias da primeira página de frente.

terça-feira, 2 de março de 2010

Cabelo tipo Bom Bril

Todo mundo sabe que Bom Bril tem mil e uma utilidades. Isso não é novidade alguma.
Ainda bem que a milésima primeira utilidade caiu em desuso! Você já pensou nisso?
Estas duas marocas são do tempo em que os cabelos eram "recheados" com Bom Bril, para dar mais volume. Hoje botam a maior banca, mas já usaram esse velho truque. Acredita?
Acho que acabo de ser expulsa da família...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Cicatriz

Há quem acredite que a vida não ofereça riscos. E passam incólumes por ela, vivendo suas vidinhas mais ou menos, e vão morrer de velhice, se não morrerem antes de tédio. Outros, encaram a vida como um enorme desafio, e têm que matar um leão por dia para sobreviver.
Tenho as vezes ataques de egoísmo, e queria que meus amigos todos, e todas as pessoas que eu quero bem ou admiro, vivessem a tal vidinha sem graça, mas sem riscos. Só que aí provavelmente não seriam meus amigos, não seriam admirados e a existência não teria qualquer interesse. Talvez eu nem os amasse tanto.
Enquanto penso nisso, ouço a música no rádio de pilhas do meu coração:
Quem quer viver um amor
Mas não quer suas marcas, qualquer cicatriz?
A ilusão do amor não é risco na areia, desenho de giz
Eu sei que vocês vão dizer
Que a questão é querer, desejar, decidir
Aí diz o meu coração:
"Que prazer tem bater, se ela não vai ouvir?"
Aí minha boca me diz:
"Que prazer tem sorrir, se ela não me sorrir também?"
Quem pode querer ser feliz
Se não for por um grande amor?
("Desenho de Giz" - João Bosco e Abel Silva)
Será que não dá para encontrar um equilíbrio nisso tudo? Qual é o segredo de dosar bem as coisas? Como se faz para morrer de velhice depois de uma vida intensa de amores, plena de motivações, rica de aventuras, aprendizados e sentimentos? Enquanto tento aprender sobre o bom senso, pelejo para sobreviver, mantenho o interesse na vida, me disponho a amar e ser amada, me equilibro na corda bamba,... olho meus companheiros. Ok, Drummond: vamos de mãos dadas. A luta pela sobrevivência me comove. A vida segue deixando sua cicatriz...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Bolo de aniversário

Meu amigo Lucas me pediu que lhe mandasse um pedaço do bolo de aniversário via blog. Então aí vai: Um bolo para quem acha essa vida a maior viagem! Espero que gostem!

Colibri

Hoje amanheci mais velha. Qual a sensação? Não muito diferente de todos os outros dias, afinal, todos os dias eu acordo um pouco mais velha. E assim a vida passa. E nem sempre a caravana ladra. Entretanto, também acordei naturalmente mais reflexiva. E veio-me à mente aquela letra do Chico:

Não. Não sei se é um truque banal
Se um invisível cordão
Sustenta a vida real

Cordas de uma orquestra
Sombras de um artista
E as bailarinas no grande final

Chove tanta flor
Que sem refletir
Um ardoroso espectador

Vira colibri.

Qual! Não sei se é nova ilusão
Se após o salto mortal
Existe outra encarnação

Membros de um elenco
Malas de um destino
Partes de uma orquestra
Duas meninas no imenso vagão

Negro refletor
Flores de organdi
E o grito do homem voador
Ao cair em si.

Não. Não sei se é vida real
O invisível cordão
Após o salto mortal.


(Chico Buarque e Edu Lobo - O Grande Circo Místico)

Aos 46 anos, tenho consciência de que hoje me doem um pouco mais os ombros. Mas está bem: ontem me doíam as pernas... Assim vou levando a vida, para que a vida não me leve - como prefere o Zeca. Não ainda. Porque quando tanta gente que eu gosto deixa aqui um recadinho, ou liga para me lembrar que continuam de olho na contagem do tempo, eu decido logo: preciso dar continuidade aos meus projetos. Desde os mais banais (como manter minha casa funcional, limpa e aconchegante - é, estou falando de lavar, passar, cozinhar e decorar, sim); passando pelos mais prazeirosos (como continuar mantendo este blog ativo); tratando dos mais úteis (como concluir o livro que estou fazendo junto com um amigo para o centenário de Noel Rosa, com arranjos para coro das suas músicas); assumindo os trabalhos incontornáveis (continuar minhas edições musicológicas); não esquecendo os indispensáveis (como regar os vasos dos amores que tenho plantado vida afora); até aos mais nobres (assumir a educação de um outro ser humano, dar-lhe suporte, ensinar valores, responsabilidades, mostrar-lhe o caminho da felicidade e da diversão conjunta); e para não dizer que não falei das flores, cultivar sempre os amigos (propiciar novos encontros, acarinhar os antigos, zelar daqueles de sempre). Porque se as vezes eu me sinto atarantada e ansiosa com tantos pratos para manter sempre girando...

Por outro, eu me sinto como o espectador do grande circo: não quero adiar nada para outra encarnação, que eu nem sei se há. Aos 46, ainda sinto-me tão encantada com a magia da vida que, se não botar tino na coisa, sou capaz de virar colibri!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Levar a vida

Ao contrário do Zeca Pagodinho, eu não gosto nada desse negócio de deixar a vida me levar: eu ainda prefiro levar a vida! Calmaí, que eu tô tentando retomar as rédeas da situação...

sábado, 16 de janeiro de 2010

Função do artista

Vamos fazer uma brincadeira?!
Ouça este videoclip e tente encontrar as seguintes frases:
Quando você for convidado(...)
Pra ver do alto a fila de soldados pretos,
e são quase todos pretos
Dando porrada na nuca de malandros
pretos e ladrões mulatos
E outros quase brancos tratados como pretos
Só pra mostrar aos outros quase pretos
(E são quase todos pretos)
E aos quase brancos, pobres como pretos
Como é que pretos, pobres e mulatos
E quase brancos quase pretos de tão
pobres são tratados
E não importa se os olhos do mundo inteiro
Possam estar por um momento
voltados para o largo
Onde os escravos eram castigados(...)
Não importa nada: (...)
Ninguém é cidadão.
(...) A grandeza épica de um povo em formação
nos atrai, nos deslumbra e estimula.
E na TV se você vir um deputado em pânico mal dissimulado (...)
Se o venerável cardeal disser que vê tanto
espírito no feto e nenhum no marginal (...)
Pobres são como podres (...)
E todos sabem como se tratam os pretos (...)
(...) E quando você for
(...) apresentar sua participação inteligente (...)
Pense no Haiti, reze pelo Haiti:
O Haiti é aqui.
O Haiti não é aqui.
(Caetano Veloso e Gilberto Gil- 1993)
Encontrou?!!
Então agora, se calhar, consegue perceber qual é uma das muitas funções de um artista: ser porta voz de sua época, estar "antenado" com as questões de seu povo, antecipar, falar, propor, ver, rever, instigar, levar à reflexão...
Não, eu não vou aqui fazer nenhuma defesa de Caetano Veloso e Gilberto Gil. Eles já valem por si. Vou só me juntar à reflexão e ao coro, enquanto tento descobrir uma maneira inteligente de contribuir para a solução do problema :
Pense no Haiti, reze pelo Haiti:
O Haiti é aqui.
O Haiti não é aqui.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Beija sapo

Eu estou desconfiada que a Carolina andou beijando algum sapo no caminho da escola...
Como eu suspeito disso?! Veja bem como ficaram os seus dedinhos :
Acho que ela tá se transformando numa perereca com mãozinhas de batráquia!
Eu não disse que beijar na boca dava sapinho?!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Tons de branco

Dizem que nossa língua não tem tantas palavras para definir o branco da neve quanto a língua dos esquimós. Explica-se o fato pela vivência e conhecimento mais aprofundado que estes povos têm da neve. Você concorda? Olhe bem as imagens que se seguem. Vamos ver se nós temos esse olhar treinado e se conseguimos definir os diferentes tons de branco? Branco longe...
Branco fofo...
Branco acumulado...
Branco descansado...
Branco alaranjado...
Branco amontoado...
Branco por todo lado...
Branco adocicado...
Branco avermelhado...
Branco textura...
Branco às pencas...
Branco me leva para dentro daquela casinha de passarinho lá atrás...
Branco larga do meu pé...
Branco poroso...
Branco tire as botas senão você vai sujar a casa toda!
E então? Conseguimos?

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Meu coração tropical está coberto de
neve, mas ferve em seu cofre gelado.
A voz vibra, e a mão escreve "MAR".
(João Bosco e Aldir Blanc)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Lançamento

Alô, pessoas! Hoje eu tão feliz, mas tão feliz, mas tão feliz!!!... Precisava contar para vocês: é que F I N A L M E N T E saiu a Enciclopédia da Música em Portugal no século XX. E essa alegria toda deve-se ao fato de eu ser autora de duas das entradas - uma sobre o Carnaval e outra sobre o Entrudo. O que são 2 entradas no meio de um total de 1200 entradas distribuídas em 4 volumes? Nada. Mas não é bacana? Gosto de pensar que também é um pouco minha. O lançamento será só no próximo dia 21. E eu adoraria estar lá. Será que vai dar? De qualquer forma, fica o gostinho de rever mais um dos muitos rastros que deixei por aí.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Signo de elemento água

Uma coisa é certa: desconfie de uma piscina com aparência plácida e inofensiva, mas que tenha um trampolim para saltos ornamentais. Não lhe parece óbvio? Pois...
Na Quinta-feira tratei de por em prática uma das minhas resoluções. Não que eu tenha escolhido esta data para tomar decisões impossíveis e impraticáveis movida pela euforia provocada pelo champagne do Ano Novo: é que aqui onde moro, na piscina mais próxima, só se pode iniciar as aulas de natação ou aquafit no início do ano. Quer dizer, a decisão de voltar à hidroginástica já estava tomada desde Junho, mas tive que esperar o período certo para me matricular. Enfim, lá me atirei à atividade que eu adoro e que me faz sentir uma mulher com super poderes.
Contudo, assim que cheguei à borda da piscina, enquanto a professora me dava as boas vindas, eu nem conseguia olhar para ela, pois meus olhos não desgrudavam do trampolim altíssimo à sua beira. Entrementes eu pensava: quem saltaria de um trampolim tão alto se a piscina não fosse funda o suficiente? Quer dizer, muuuuiiiito funda? Fundíssima?! Enquanto meus olhos transmitiam informações urgentes e desordenadas ao meu cérebro, comunicando que aquilo na verdade era um poço para saltos olímpicos ornamentais, fiquei tentando perceber se, pela fala cadenciada em alemão a professora não estaria me dizendo que aquela, ao contrário, seria a aula para os participantes das próximas olimpíadas. Nada disso. Com o semblante preocupado, coração acelerado, eu aceitaria de bom grado um colete salvavidas. Uau! Nunca tinha feito aula de hidroginástica em suspensão. Quer dizer, em suspensão obrigatória! Algumas vezes até procurava a parte mais funda das piscinas que eu utilizava para trabalhar mais sem tocar o chão. Rapaz... eu me meto em cada uma!!! Meti-me na água antes que meu organismo ligasse a maquininha de ir embora. Enquanto ouvia-a a contar "Eins, zwei, dri..." procurava ver o fundo da piscina e só o que eu percebia era uma imensidão azul lá para baixo... lembrou-me quando fui fazer mergulho com snorkel em Cabo Frio: um marão lindo, profundo e azulado...

Devo confessar que nos últimos 25 anos ou mais em que fiz hidroginástica, nunca tinha feito aulas numa piscina em que não pudesse tocar os pés no chão. Os exercícios quase sempre pressupunham saltar, arrastar ou deslizar no fundo, em alternância a alguns outros exercícios em suspensão. Mas o piso estava sempre ali, ao alcance. Querem saber o que resultou disso tudo? Foi uma delícia!!! Senti que força ainda mais ficar controlando o equilíbrio para estar na vertical, para não girar para outros lados... ah! e impacto zero!!! Mais prazeiroso ainda! Sempre que entro na água, percebo que estou no meu elemento. Acho que sou uma aquariana signo de elemento água. Saio tão energizada, que fico pronta para o que der e vier. Então... vem ni mim, 2010!!! Ah! Mas não me pergunte como era o fundo da piscina, nem qual a profundidade da mesma. Lá pelas tantas parei de me preocupar, para não ter vertigens, labirintite, sei lá... arranjar novos problemas. Fundo da piscina?! Até agora não sei do que se trata. E já me considero uma sobrevivente!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

2010

SAI DA FRENTE QUE ATRÁS VEM GENTE! Lucas, Marluce, Ésio e Rejane - foto de Eugênio Paccelli

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Precavida

A TV me bombardeia diariamente com imagens do mau tempo tanto em Portugal quanto no Brasil. Ruas alagadas, casas submersas, carros danificados, telhados expostos, pessoas perdidas, danos de todo tipo. Acho que vou começar a construir a minha arca.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Olha o passarinho!

_ Fica ali, mãe. Pai, você também. Agora um sorriso... Click!

Depois de posar para a foto que a Carolina queria nos tirar, desfizemos a formação e já íamos indo embora, quando ela insistiu:

_ Esperem aí! Mais uma...

Refizemos a pose e ela apontava a câmara para os nossos pés, quando lhe avisamos:

_ Hei, filha, mais para cima, senão só vão sair os sapatos!

_ Eu sei, é que eu queria tirar a parte que ficou faltando!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Leopardo

Criança vê o mundo de uma maneira tão descomplicada, aprende as coisas por mecanismos tão mais simples, que me matam de inveja!
A imagem de uma onça pintada aparece na televisão . Então diz a Carolina:
_ Hei, mãe!!! Olha o leão pardo!!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Uma árvore de contradições

A árvore de natal de cristais Swarovski foi montada, como já acontece tradicionalmente, na Hauptbahnhof (estação central de trens/comboios) de Zürich. É de uma beleza tão estonteante, mas ao mesmo tempo me leva a uma infinidade de sentimentos tão contraditórios, que não sei o que pensar. Eu explico:
Cada um dos enfeites colocados no pinheiro é constituído por uma peça de cristal de lapidação caríssima. Quando bate a luz, os efeitos nos deixam logo embasbacados. Não há como não pasmar diante de tal beleza.
Veja esse enorme cristal, ao pé da árvore, quase do tamanho de uma abóbora:

Minhas fotos, como sempre, não são lá grande coisa, mas você pode ver tudo melhor neste outro link.
Só uma pecinha destas, medindo 18 X 10 cm, custa cerca de 376€.
Veja. Consegue imaginar? Fazer as contas? Quanto vale uma árvore de natal gigante como esta da Bahnhof?!
Calma... Eu não sou insensível à beleza e à arte. Claro, a lapidação de cristais é uma arte arrojadíssima. E uma das funções da arte é fazer pensar (comigo isto já está funcionando). Também não sou uma pessoa utópica, socialista, comunista, nem qualquer outro 'ista'... Mas não consigo deixar de pensar na canção "Esquadros" da Adriana Calcanhoto:

Eu ando pelo mundo prestando atenção
em cores que eu não sei o nome
Cores de Almodóvar
Cores de Frida Kahlo, cores
Passeio pelo escuro
Eu presto muita atenção no que meu irmão ouve
E como uma segunda pele, um calo, uma casca,
Uma cápsula protetora
Ah! Eu quero chegar antes
Pra sinalizar o estar de cada coisa
Filtrar seus graus

Eu ando pelo mundo divertindo gente
Chorando ao telefone
E vendo doer a fome dos meninos que têm fome

Pela janela do quarto
Pela janela do carro
Pela tela, pela janela,
Quem é ela, quem é ela?
Eu vejo tudo enquadrado
Remoto controle.

Eu ando pelo mundo e meus amigos, cadê?
Minha alegria, meu cansaço?
Meu amor cadê você
Eu acordei
Não tem ninguém ao lado.

E é do meu irmão, que ouve e vê coisas que sempre me fazem prestar muita atenção (e que tem um blog muito bacana mas anda com preguiça de postar), que eu roubei estas fotos:

Meninos no lixão em Irecê, Bahia. Foto de Raphael Paiva.
Molecada do lixão, Irecê, Ba. Foto de Raphael Paiva.

Índios da reserva Inhacapetum, em São Miguel das Missões, RS. Foto de Raphael Paiva.
Então? Olhou bem para as fotos das crianças acima? Agora consegue ver e imaginar a árvore de cristais Swaroski?!
Há muito para fazer no mundo, não? Por onde é que a gente começa? Não sei porque, estou começando a achar esta árvore muito feia! E cada vez mais acho linda a vontade de viver que se vê nas carinhas sujas pelo mundo afora. Durma-se com uma consciência destas. Tô chata, né? Tenho certeza que muita gente preferia que eu contasse apenas sobre a maravilha de se morar na Suíça. Sinto muito. Acho que o mundo só vai ser lindo quando pudermos todos (aqui, no Brasil, em África, na Suécia, no Darfur, no Afeganistão, na China, nos Estados Unidos, na França, enfim... ) ter a mesma dignidade de vida.