quarta-feira, 26 de maio de 2010

Máquina de costura

Você é daquelas pessoas que acha que uma máquina de costura serve apenas para embanhar lençóis, fazer vestidos, ou pontos decorativos?
Então que tal conhecer o trabalho de Miyuki Sakai, do Japão?
Objetos do dia a dia, material de cozinha, escritório e até jardim. Tudo na ótica de quem consegue ver múltiplas possibilidades numa simples máquina de costura.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Vão-se os anéis, ficam os dedos.

A vida é assim: Vão-se os anéis, ficam os dedos. O problema é que as vezes, achamos o anel tão bonito, tão fascinante, que parece ser ele o mais importante. Não é. O mais importante, o mais fascinante, o mais lindo na vida são os dedos. Algumas vezes é preciso reaprender a ver. É preciso desapegar-se do anel. É preciso abrir a mão toda. Deixar escapar entre os dedos. Deixar fluir o sangue, libertar as amarras, reaprender o fascínio das mãos livres, dos dedos soltos. Ainda não consegue fazer isso?! Tá difícil desprender-se dos anéis? Eu ajudo. Veja:

terça-feira, 27 de abril de 2010

Mais um rastro do caracol

De vez em quando me deparo com mais um rastro deixado por aí... desta vez foi um querido amigo quem guardou durante anos esta singeleza de 1989, desenhado num pedaço de madeira.
E eu já nem me lembrava mais... Se eu virar uma velhota cheia de lacunas na memória, com certeza meus amigos não terão sido os responsáveis! Obrigada, Lucas.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Nada como um dia à beira do lago para desestressar...
Este é um programa que eu simplesmente adoro: ir ver os patos, patarecos, galinholas d'água, cisnes, gansos, gaivotas, e o que mais vier...
Depois de horas assim, num fim de tarde solarengo em Rapperswil, tô pronta para outra semana.
Um dia ao ar livre, à beira d'água, medindo o horizonte e traçando o vôo das aves, me dá asas para voar. E há quem prefira Red Bull!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Ouro sobre vinho

Já viram algo tão detalhado assim? Eu nem sei bem o que é isso... afresco? Parece, mas não sei dizer com certeza... tudo tão preservado, tão cuidado,... é mesmo um brinde aos olhos!
Este prédio fica no centro de Mulhouse, na região da Alsácia, na França. A cidade já foi alemã, depois passou aos franceses. Construído em torno de 1550, por aí... Nós ainda estávamos a ser descobertos, ou achados, como queiram...
Aqui um outro ângulo. Tudo tão simétrico, arrumadinho, equilibrado...
De uma época em que ainda se cuidava de cada detalhe da construção... havia tempo! (E dinheiro, é claro).
Quando uma coisa é uma combinação muito perfeita, os portugueses dizem "Isso é ouro sobre azul". E o que dizer do ouro sobre vinho/grená/magenta?! Uau!
E aqui o entorno, na praça central, de frente da igreja:
Da próxima vez que for apreciar um bom vinho rosé gelado, lembre-se da Alsácia. Agende uma viagem para conhecer essa simpatia que é Mulhouse.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A fada do dente

Carolina já anda tão ansiosa para receber a fada do dente, que não pensa noutra coisa. Neste desenho ela fez o dia da tão sonhada visita, ela dormindo, o dente no travesseiro e a fada. Durma-se com um barulho desses!

sábado, 17 de abril de 2010

Que língua é essa?!

Eu agora tenho quatro vasos no meu banheiro. Ou casa de banho, como queiram meus amigos portugueses. Afinal, para eles, o banheiro era o gajo que acompanhava as senhoras ao banho de mar para que não se afogassem ou resolvessem passar mal justo na hora de pular a onda. O tipo ainda existe, acreditam? Encontrei essa foto no site do A. Jorge, que até explica como funciona, digo, como trabalha um banheiro.

Banheiro de São Bartolomeu do Mar - Portugal
Vendo as coisas por este ângulo, eles provavelmente diriam que eu tenho apenas três vasos na minha casa de banho, porque o quarto seria a sanita. Tá bem, vaso ou sanita... não chega a ser verdadeiramente um problema. Mas falar de um banheiro com um vaso, deve soar aos ouvidos lusos como algo mais ou menos assim:
Ou pior. Assim, talvez:
Deste modo, o que deveria ser uma simples postagem, acaba virando uma coisa complicada, se considerarmos que ela possa ser lida por leitores da língua portuguesa de localidades diversas. Quanto a mim, ainda não entendi muito bem se viver em Portugal aumentou meu vocabulário ou baralhou irremediavelmente as minhas ideias. Se calhar, ampliou meu entendimento, mas pioreceu meu explicamento, melhormentemente falando. Saudades do prefeito d'O Bem Amado?!