quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Natal

Ding, dong, ding, dong, ding, dong...
Eu sei... não parece, mas este ainda é um blog sobre bordados. Inclusive.
Se duvida, aí vai um pinheiro de frivolité com miçangas, bordado no feltro.
Mas só para aqueles que acreditam na estrela...
E também os de bom coração.
Ou ainda os que viram os gnomos.
Afinal, é Natal! Aproveite! Exercite sua fé e imaginação...

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Navegar é preciso

Júlia é uma garotinha bem bacana. Uma amiga que minha filha adora! Neste momento, ela deve estar na popa de um grande navio, rumo ao Brasil, procurando avistar algum peixinho interessante no mar. Que grande aventura! Meses antes, ela tinha feito este desenho para me contar como imaginava que seria a viagem.
No céu, um avião da SwissAir cruza os ares, na medida certa para aqueles mais apressadinhos, que não são pacientes o bastante para se permitir tal deleite, apreciando a paisagem. Há ainda umas poucas nuvens esparsas, perdidas num dia ensolarado, sobre a imensidão do oceano.
A mim, só me resta a possibilidade de observar daqui da minha escotilha: vejo-os todos (toda a família da Júlia) se lançando destemidos num futuro prenhe de promessas. A vida tem sido generosa comigo: como é bom ter amigos tão estimados e com quem aprendo tanto. Vitória, vitória, e assim recomeça a história: o desenho foi para a porcelana, virou lembrança da nossa feliz convivência. Qualquer dia a gente se vê. Boa sorte, meus caros!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Stein am Rhein

Se eu morasse nessa casa, eu ia preferir ficar do lado de fora, só para contemplá-la. Claro, isso porque eu não conheço o lado de dentro. Minha imaginação se encarrega de criar a decoração à altura. Onde fica essa beldade? No centro da vila de Stein am Rhein, uma belezura suíça às margens do Reno.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Encontro fortuito com Daniel Craig

Fui levar minha filha numa festa de aniversário no Cine Pathé. A molecada ia assistir ao filme dos Smurfs. Qual não foi a minha surpresa ao dar de cara no Hall do cinema com um tipo que me pareceu familiar, mas não conseguia me lembrar de onde.  É, a idade nos prega algumas peças... De repente meus olhos focaram num poster gigante de lançamento do filme de Daniel Craig "Cowboys e Aliens". Inacreditável! Eu não vinha visto aquele filme, mas lembrava-me bem do personagem de James Bond interpretado por ele nos filmes do 007. Fiquei na dúvida: peço um autógrafo, ataco de tiete, ou banco a fina e lanço-lhe meu desprezível olhar blasé? Claro, quem manda ser chic? Fiquei com a última hipótese e estou até agora aqui me perguntando se era ele ou não. Olhe bem para a foto e me ajude: você acha que ele estava mesmo lá?

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

CERRADO

Cerrado 1, Aquarela, Rejane Paiva, 1996.
«Se o senhor me for louvado
Eu vou voltar pro meu serrado
Por ali ficou
Quem temperou o meu amor
E semeou em mim essa incrível saudade
Se é por vontade de Deus, valeu, valeu.

Se pedir a Deus pelo meu prazer
Não for pecado
Vou rezar pra quando eu voltar rever
Todas as brincadeiras do passado
Cortejar meu serrado
E em dia feriado
Viva o cordão azul e encarnado!

Eu sei, serei feliz de novo
Meu povo, deixa eu chorar com você.»
                                              (Serrado - Djavan - 1978.)

Mantive na citação a grafia de serrado com S do Djavan, tal qual foi registrado no encarte dos discos, por não saber se tratava-se de um local de serra (?), com nome próprio, ou algo assim. Teria que ter letra maiúscula, não é? Tudo certo. Até porque, artistas do naipe dele, nunca erram: fazem uma licença poética. Mas quando ouço a música, eu me lembro é do meu cerrado, e estou a falar do Bioma onde nasci. E a verdade é que Djavan também veio da região do cerrado de Maceió, nas Alagoas. E viva o Congado! Viva o cordão azul e encarnado! Matei as saudades do meu Triângulo Mineiro e como foi bom!

Chá de sumiço

Ah-há!!! Pensaram que os caracóis hibernavam no Verão?! Estão malucos?!

Nada disso. Apenas a vida estava tão corrida, que deixei-me levar um pouco, aproveitando para apreciar a paisagem. Mas descobri um monte de coisas novas, que passo a contar a vocês.
Hei! Não sei onde fui arranjar essa imagem. Se alguém aí souber, conta logo para eu poder citar a fonte, pedir autorização ou suprimir de uma vez, porque tô com a impressão de estar fazendo uma coisa feia. Mas a imagem é linda, né?

sábado, 18 de junho de 2011

Beijos em tempos de guerra

Você ainda é capaz de se comover com um beijo? Pois eu me comovo. Veja esta foto:
foto: Rich Lam - 2011.
Não é lindo esse momento mágico? Em pleno caos urbano, a polícia reprimindo o confronto entre torcedores, e esses dois escolheram se beijar. Tem uma história bonita, esse beijo. Veja aqui.
É verdade que os tempos são outros, mas para mim a imagem não é menos tocante que o registro clássico de Cartier-Bresson:
foto: Cartier-Bresson - 1969.
Alguém aí gosta de fazer guerra? Eu prefiro o beijo.