Enquanto aguardava na sala de espera do hospital para fazer uns exames, fiquei olhando para um quadro na parede. Puxa! Eu adorava aquilo... Não sabia de quem era, nem nada... Não querendo parecer doida, já que o lugar era meio inacessível, disfarçava, ia e vinha de olhos grudados no rodapé, tentando ler qualquer coisa de longe. Afinal era uma gravura que tinha lá um título, mas não consegui divisar a autoria.
Chegando em casa, coloquei o título na net, já que pertencia a uma série de gravuras, e lá descobri: o nome dela é Annora Spence. Um ano mais velha que eu, inglesa. Cada gravura é mais linda que a outra, se é que isso é possível. Ai, vontade de encher minha casa com sua visão poética e musical da vida.







