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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

DIY - Faça um Hotel de Insetos para o seu Jardim.

Como eu havia prometido, hoje vou dar-lhes dicas de como fazer seu próprio hotel para insetos.
Há vídeos muito interessantes na internet mostrando a melhor maneira de construí-los. Desde os mais simples


 até outros mais elaborados.  



Alguns podem parecer muito rebuscados, mas depois de assistir aos vídeos acima clicando nos links indicados, fica fácil perceber como são feitos. 


Alguns requerem mais destreza com as ferramentas de marcenaria, mas mesmo nunca tendo feito trabalhos assim antes, você conseguirá executá-los, porque o passo a passo é bem fácil de entender. 


Ah! Se você é um educador infantil, que tal pensar num trabalho de conscientização da criançada, ajudando-lhes a refletir sobre a importância do equilíbrio ecológico e ao mesmo tempo treinar suas habilidades de coordenação enquanto dão asas à criatividade construindo seus próprios hotéizinhos para insetos? Não é uma boa ideia?! 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Natal

Ding, dong, ding, dong, ding, dong...
Eu sei... não parece, mas este ainda é um blog sobre bordados. Inclusive.
Se duvida, aí vai um pinheiro de frivolité com miçangas, bordado no feltro.
Mas só para aqueles que acreditam na estrela...
E também os de bom coração.
Ou ainda os que viram os gnomos.
Afinal, é Natal! Aproveite! Exercite sua fé e imaginação...

domingo, 13 de setembro de 2009

Desenhos contra a chuva

Andava eu com dois problemas para resolver:
  1. O que fazer com tantos desenhos da Carolina que, como vocês sabem, tem uma vasta produção;
  2. Comprar-lhe um guardachuva para levá-la à escola porque, como vocês também devem saber, partilhar o mesmo guardachuva com a filha pequena é como comer tatu: dá dor nas costas!

Como sempre ocorre nestas horas, resolvi por mãos a obra e matar os dois coelhos com uma só cajadada.


Juntei alguns desenhos dela de que gostava, e comprei um guardachuva branco.

Alfinetei os desenhos na parte interna do guardachuva e depois copiei os contornos com guta preta.

Fiz o mesmo em cada uma das partes, até o guardachuva ficar repleto de desenhos.

Ficou mais ou menos assim...


Aí fui pintando os desenhos e preenchendo os fundos para dar alguma unidade àquilo tudo. A danadinha não saiu do meu lado, sempre dizendo: "a roupa do Mickey é azul com uma bola amarela, a do Bafo de onça tem a bola castanha ..."
Nossa! Como ela fala! Acho que estou com calo nos ouvidos!


Aí o guardachuva foi ficando com uma nova cara.

Depois de tudo, passei pelo avesso com o ferro de engomar. (Não, claro que o guardachuva não era de nylon! Era de um tecido impermeável, uma mistura de algodão com poliester...)

Depois de pronto, ainda apliquei-lhe uma camada daquele spray impermeabilizante que se usa nos sapatos, só por garantia.
Pronto! Dei uma aplicação aos desenhos da Carolina, e resolvi a questão da compra do guardachuva. Ela agora tem uma proteção para os dias chuvosos bem personalizada, e já está doida para mostrar os desenhos e contar suas histórias para os coleguinhas e a nova professora.
Hummm... acho que vou roubá-lo de vez em quando... O que você acha? Vou ficar com uma cara ridícula de mãe babada?

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O Porto e a degradação urbana

Eu já falei da degradação urbana noutro post. Ainda fiquei aqui pensando nisso...
Quando conheci a lusitana cidade do Porto, fiquei impressionadíssima com a magnitude que exalava de seu passado, e com a imagem degradada das fachadas que ameaçavam ruir na ribeira. Pensei cá comigo: eu seria capaz de amar essa cidade como se aqui fora nascida. O Porto tem um apelo inequívoco.
Mas não se iluda: é aí, na ribeira do Porto, com seus casarões, seu perfume nostálgico, que a noite acontece! Tudo se enche de vida, de álcool, de pessoas lindas, de um movimento estonteante que nos deixa mareados como se andássemos num mar agitado dentro de um frágil barquinho. A certeza da aventura nos deixa embriagados. (Tudo bem: nem vou negar que eu bebi um bocado essa noite).
Dando continuidade à construção de objetos que mostravam a degradação urbana, pensei em utilizar as caixas de vinho do Porto para falar de todo esse sentimento forte que o Porto me provocara. Lembram-se das caixas de madeira em que vendem os tais vinhos?
Parti daí para reconstruir minhas fachadas decaídas.

Essa mistura de todo tipo de intervenção aparece somada à influência da arquitetura oriental, tão presente em muitas cidades portuguesas.
Substituí a tampa de madeira por um vidro, que ajudou a fazer a própria moldura. Dentro da caixa, no fundo, há pequenas aquarelas e, se olhar pela janela, poderá ver uma pessoa no 1º andar a tocar violoncelo, uma família logo mais adiante assistindo à TV... enfim... a simultaneidade de afazeres que se tem ao contemplar um edifício qualquer cheio de vida.
No entanto, a mágica para mim se dá quando anoitece e... TA DANNNN!!... as luzes se acendem!

Sim, a ideia era essa: virou uma luminária de parede. Com direito a cusquice (termo português para bisbilhotice, ou cuidar da vida alheia, fofocar... por aí.) de xeretar pelas janelas adentro! Gostou?

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Sapato velho

Guardei os 3 sapatinhos que a Carolina usou quando aprendeu a andar, porque achei que seria engraçado um dia ela poder olhar para eles... São dois pares de tênis, um vermelho e um na cor natural, que ficaram tão acabados, mas tão acabados, que parece que foram à guerra. O outro, era um sapatinho vermelho, usado nas ocasiões especiais. Ela ficava mesmo lindinha com eles... Só que eu não tinha ideia do que ia fazer com aquilo. Acabei por decidir colocá-los em 3 quadrinhos, formando um composé, que hoje fazem parte da decoração do quarto dela.
Usei daquelas molduras altas, com vidro e forrei o fundo com papel de parede.

Esse par é o mais acabado. Acho que ela deve ter feito uns 80 km com ele! Vai, volta, cai, levanta, arrasta, balança as pernas... eita! que custo que é aprender a andar!

E esse foi a Tia Marieta que deu. Mandou pela Vanuza. Se ela já a conhecesse pessoalmente, nem assim ela teria acertado tanto na prenda. Era a cara dela!

"Você lembra, lembra?... /Eu costumava andar bem mais de mil léguas pra poder buscar/Flores de maio azuis e o teu cabelo enfeitar./ (...) É talvez eu seja simplesmente como um sapato velho/ Mas ainda sirvo, se você quiser/ Basta você me calçar, e eu aqueço o frio dos teus pés."
Os sapatos da infância nos aquecem a alma.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Senhóri, senhôri, põe a mão no chão

Andava aquela menina louca para aprender a pular corda. Acionei minha amiga Dulce, que é a única pessoa que eu tinha certeza que ainda saberia aquelas lengalengas todas para se dizer enquanto salta a corda. Ela me deu as dicas que eu precisava. Mas...

A corda que eu havia comprado tinha dois problemas graves: era muito leve e muito comprida para o tamanho dela e se enroscava toda na hora do exercício. Então, não tive dúvidas: mãos à obra! Nada como a velha e boa corda de sisal.

O problema do sisal, é que ainda tenho vivas na lembrança as bolhas que me faziam na mão depois de um dia de muita peleja. Precisava colocar algo mais macio para não ver a Carolina desanimar logo de cara. Fiz então uns pegadores acolchoados.


Depois de colocar um pouco de manta acrílica em volta, revesti com um tecido de algodão com florzinhas que ela mesma escolheu.


Prendi tudo muito bem, passando a linha várias vezes pelo meio da corda, para não ter perigo de escapar. Só que faltava um acabamento qualquer...


Resolvi colocar aquele tipo de viés que tem um dos lados mais gordinho, dando o acabamento com cola quente, além da agulha e linha (claro, e dedal, porque eu não sou besta!).

Não é que deu certo?! A corda mais pesada é mais fácil de controlar. Ela saiu saltando de primeira. Agora, tenho mais um tempinho de descanso enquanto ela descobre as artes de pular corda recitando ladainhas. Criança dá uma trabalheira!!! Fiu!

sábado, 1 de agosto de 2009

Construindo castelos

Sabe aquelas tardes que uma garotinha de 5 anos te põe doida dentro de casa?!

Pois é. Resolvi partir para a ação e dar serviço para a gaja.

Sucata, umas folhas de E.V.A.... e até a Sininho apareceu para olhar...

Corta daqui, cola acolá...
Ela ficou com a mão doendo de tanto recortar florzinha!

Mas valeu a pena: passamos uma tarde divertida, ela aprendeu mais umas tantas coisinhas, trabalhou, conseguimos um bonito castelo para os pôneis, além de economizarmos uma boa grana (já viu o preço desses castelos numa loja?!). E melhor: o castelo ficou como ela queria: fomos colocando torres, janelas e portas onde ela sugeriu. Por último ainda teve um detalhe precioso: colamos lantejoulas para dar um brilho especial, e eu instalei luzes dentro, para poder ficar todo iluminado no seu quarto à noite. Voilá!

Adivinha qual foi o assunto do dia entre os pôneis?

Agora é só brincadeira...

E eu terei umas boas horas de sossego pela frente, até que os bichinhos preencham todos os espaços da imaginação dela.